As vezes me pergunto porque tenho tanto medo das coisas...
Onde foi que perdi minha audácia que sempre tive orgulho de ter...
Quando foi que permiti que o trem desgovernado me atropelasse da forma como fez....
E onde, PELO AMOR DE DEUS escondi a chave do baú onde tranquei meu verdadeiro EU...
Me sinto muitas vezes perdida... ao léu...
Abandonada como se nada de bom fosse mais me acontecer...
Onde foi que eu errei???
Humpf! Minha angústia aumenta moderadamente, ao perceber que sempre soube o início de todo o despencar... Como pude ser tão fraca a ponto de me trancar e perder essa chave....?
Permitir viver o outro me esquecendo de mim... Por mais que nas aparências parecesse que na realidade acontecia o contrário...
NÃO!
Ele não se ausentou por mim.... Foi o contrário...
Agora me encontro sem rumo... Não sei ao certo quem realmente sou... Não sei, também, se quero saber...
Me dá medo de que ao me reencontrar eu esteja tão selvagem a ponto de ter medo – mais uma vez – de me aceitar como verdadeiramente sou....
Felizmente (?) a vida nos reserva algumas surpresas...
Mas para poder vivenciar plenamente essas surpresas creio que terei que extravasar meu medo e transcender para o reencontro comigo...
Preciso, por motivos simples, re-aprender a viver...
Infelizmente não posso simplesmente fechar um livro e começar outro...
Preciso encerrar um capítulo e, com pelo menos um resquício do anterior, iniciar um novo...
Onde foi que perdi minha audácia que sempre tive orgulho de ter...
Quando foi que permiti que o trem desgovernado me atropelasse da forma como fez....
E onde, PELO AMOR DE DEUS escondi a chave do baú onde tranquei meu verdadeiro EU...
Me sinto muitas vezes perdida... ao léu...
Abandonada como se nada de bom fosse mais me acontecer...
Onde foi que eu errei???
Humpf! Minha angústia aumenta moderadamente, ao perceber que sempre soube o início de todo o despencar... Como pude ser tão fraca a ponto de me trancar e perder essa chave....?
Permitir viver o outro me esquecendo de mim... Por mais que nas aparências parecesse que na realidade acontecia o contrário...
NÃO!
Ele não se ausentou por mim.... Foi o contrário...
Agora me encontro sem rumo... Não sei ao certo quem realmente sou... Não sei, também, se quero saber...
Me dá medo de que ao me reencontrar eu esteja tão selvagem a ponto de ter medo – mais uma vez – de me aceitar como verdadeiramente sou....
Felizmente (?) a vida nos reserva algumas surpresas...
Mas para poder vivenciar plenamente essas surpresas creio que terei que extravasar meu medo e transcender para o reencontro comigo...
Preciso, por motivos simples, re-aprender a viver...
Infelizmente não posso simplesmente fechar um livro e começar outro...
Preciso encerrar um capítulo e, com pelo menos um resquício do anterior, iniciar um novo...

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